Joel faz mistério sobre marcação a Neymar: 'Nem o presidente sabe'

Os cinco titulares poupados por Dorival Júnior – entre eles Paulo Henrique Ganso e Robinho – não são sinônimo de tranquilidade. No Botafogo, existe uma grande preocupação com o time do Santos que entrará em campo no Engenhão, na partida deste sábado, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Principalmente porque o Peixe terá André e Neymar. O técnico Joel Santana evitou fazer muitos comentários sobre este último, principalmente sobre a possibilidade de uma marcação especial.



- Isso é coisa secreta, nem o presidente sabe. A gente precisa ficar de olho em todo jogador que vive bom momento. Mas ele depende de outros, não joga sozinho - completou.



Como prova de que o Botafogo encara já a primeira rodada como uma decisão, Joel Santana pouco falou sobre o time que colocará em campo. Ele também decidiu não se aprofundar numa análise sobre o Santos, procurando minimizar a badalação em torno do campeão paulista.



- Não quero saber se vem A, B ou C. O Santos é um adversário como qualquer outro. O nome não faz diferença, mas sim a conquista dos três pontos. O Botafogo precisa vencer na primeira rodada para crescer no decorrer da competição - observou.



A expectativa é que o Botafogo entre em campo com a seguinte escalação: Jefferson, Fahel, Antônio Carlos e Fábio Ferreira; Alessandro, Leandro Guerreiro, Túlio Souza, Renato e Somália; Herrera e Loco Abreu. No entanto, Danny Morais pode ganhar uma vaga na defesa, e Alessandro, que se recupera de uma pancada na panturrilha esquerda, ainda será reavaliado. Com isso, Marcelo Cordeiro ganharia uma oportunidade na lateral esquerda, com Somália sendo deslocado para a direita.

Timão lança novos uniformes

O Corinthians lançou nesta sexta-feira o seu novo uniforme para o restante da temporada de 2010. As camisas um e dois do Timão já estão na loja oficial do clube na internet e cada uma sai pelo preço de R$ 159,90, em até oito vezes sem juros.



Em relação ao antigo uniforme, o lançado agora tem detalhes dourados, em homenagem ao centenário do clube, que será comemorado no dia 1º de setembro, e louros embaixo do escudo, onde está escrito 1910 – 2010.




A camisa número dois, dessa vez, não tem as tradicionais faixas verticais brancas. Está totalmente preta. Ambas, aliás, têm a frase “Tu és orgulho” na parte de trás da gola. É um dos trechos do hino do clube do Parque São Jorge.

Inter faz 2 a 0 no Banfield e avança na Libertadores !

Nunca duvidar, jamais desistir, jogar a toalha sob hipótese alguma. Derrubar um gigante centenário não é para qualquer um. O Inter acreditou, insistiu, guerreou e contou com uma torcida inflamada para bater o Banfield por 2 a 0 na noite desta quarta-feira, no Beira-Rio, e avançar às quartas de final da Libertadores da América. O resultado foi fabricado sob medida para manter o Colorado vivo na competição, já que no duelo de ida, na Argentina, os gaúchos levaram 3 a 1.




Os gols colorados foram marcados pela dupla de ataque, que não balançava as redes rivais há quase um mês. Alecsandro abriu o placar no primeiro tempo. Walter garantiu a classificação na etapa final. Agora, a missão do Inter é ainda mais árdua. O oponente das quartas de final é o Estudiantes, atual campeão da Libertadores, derrotado pelo Colorado na decisão da Sul-Americana de 2008. O primeiro jogo é na semana que vem, no Beira-Rio.



A classificação garante a permanência do técnico Jorge Fossati em Porto Alegre. Ele será o responsável por comandar o Inter na estreia no Campeonato Brasileiro. É domingo, contra o Cruzeiro, no Gigante.

Derrota de campeão: Grêmio perde em casa, mas conquista o Gauchão

Doce derrota. Pouco importa que o Grêmio tenha perdido o Gre-Nal deste domingo, no Olímpico, por 1 a 0. Gremista algum vai dar importância a um simples placar diante do fato. Da certeza que ninguém vai conseguir apagar: o Tricolor, com humildade e futebol, bom de pé, cabeça e coração, é o grande campeão gaúcho de 2010.

O Grêmio fez valer o resultado do primeiro jogo, no domingo passado, a vitória por 2 a 0 no Beira-Rio. Em casa, diante da torcida, levou 1 a 0 do Inter, com gol de Giuliano. E foi campeão mesmo assim, quebrando um jejum que incomodava a torcida azul desde 2007. O Rio Grande do Sul pertence ao Grêmio pela 36ª vez. O Colorado segue na frente no histórico estadual, com 39 conquistas.
O título solidifica o trabalho de Silas, que chegou a correr riscos de demissão Ao Inter, resta o consolo de ter vendido caro o resultado. Na quinta-feira, a equipe de Jorge Fossati tenta avançar às quartas de final da Libertadores. Precisa vencer o Banfield por 2 a 0 ou três gols de vantagem. O Grêmio, um dia antes, tenta confirmar presença nas semifinais da Copa do Brasil. Basta um empate com o Fluminense no Olímpico.

Avisou e cumpriu: Inter mete pavor no Grêmio com gol cedo
Se corre, o bicho pega; se fica, o bicho come. O que o Inter mais queria era fazer um gol cedo, ainda no primeiro tempo, para deixar o Grêmio assustado, sem saber direito o que fazer da vida: ou atacar e correr o risco de levar mais um no contra-ataque, ou se defender e conviver com o perigo de ser pressionado. O Colorado avisou que pretendia meter pavor no rival. E conseguiu. Com nove minutos, pulou na frente .
O Inter foi a campo ainda mais modificado do que o previsto. Não bastassem as ausências de Sorondo, Guiñazu, D’Alessandro e Alecsandro, o técnico Jorge Fossati optou por colocar Bruno Silva na direita, com Nei no banco, e montar o time no 3-5-2, com Ronaldo Alves na zaga e Andrezinho na reserva. Apenas seis titulares absolutos foram a campo. E não é que deu certo?
Deu certo por alguns fatores. Primeiro, porque Giuliano jogou muito. Segundo, porque o setor ofensivo gremista não funcionou. Terceiro, porque o time de Silas não teve Mário Fernandes. E o guri é uma ausência das mais fortes. O quarteto defensivo azul teve três jogadores que ou têm deficiência técnica, ou ainda precisam ser testados: Edílson, Ozeia e Neuton. O Colorado soube aproveitar.
Era um jogo pegado, de correria, com divididas de sair faísca quando o Inter marcou seu gol. O lance nasceu em cruzamento da esquerda. Victor subiu mais alto e espalmou a bola para fora da área. Ela caiu nos pés de Giuliano. O meia dominou, mirou o canto esquerdo do goleiro gremista e mandou o chute. O ídolo tricolor foi batido pela promessa colorada. A bola entrou. Gol do Inter.
O Grêmio não fez um bom primeiro tempo. Não teve a aproximação, o tabelamento e a criatividade de outros jogos. Mesmo assim, ameaçou. E aí Pato Abbondanzieri abriu as asas para fechar o gol colorado. Ele fez cinco defesas na etapa inicial: uma em pancada de Edílson, duas em cabeceios de Rodrigo e Borges, outras duas em conclusões com os pés dos mesmos atletas.
O Inter ameaçou menos, mas assustou o adversário. Aos 21 minutos, Taison e Glaydson tabelaram pelo meio e acionaram Walter, que recuou para Giuliano. O meia, melhor figura do primeiro tempo, bateu colocado. A bola raspou o travessão de Victor. Em cruzamento para a área, os zagueiros tricolores se desentenderam, bateram boca, quase brigaram. Foi um sinal de que não reinava tranquilidade no setor.
Grêmio melhora, controla o jogo e conquista o título

O Grêmio voltou diferente. E melhor. Com Hugo no lugar de Leandro, o Tricolor foi um time mais intenso na largada da etapa final. Silas permitiu que sua equipe fosse ao ataque, sem medo das respostas coloradas. A bola circulou pelo campo de defesa do Inter. E quase foi parar dentro do gol de Abbondanzieri.
Aos seis minutos, o Olímpico viveu a expectativa do gol que poderia confirmar o título para o Grêmio. Douglas lançou a bola em profundidade, às costas do zagueiro Ronaldo Alves. Borges recebeu e ficou frente a frente com o goleiro colorado. O chute cruzado, de canhota, encontrou a rede, mas por fora. Quase. Hugo, dez minutos depois, cabeceou livre. A bola tocou o chão e encobriu o gol. Não entrou por detalhes.
O Inter precisava cumprir tarefa dupla: controlar o ataque azul e ir à frente. Aos 14, após escanteio, Walter desviou de cabeça e Bolívar, na frente de Victor, não conseguiu alcançar. O Grêmio respondeu. Jonas, aos 21 minutos, obrigou Abbondanzieri a operar novo milagre. O chute foi de muito perto, de frente, daqueles moldados para entrar. E não entrou.
O resto foi espera, expectativa, unhas roídas. O tempo voou para os colorados. E andou a passos de tartaruga para os gremistas, O Inter ainda perdeu a cabeça e teve Taison expulso após dar uma pancada em Jonas. O time de Silas soube controlar o rival. Com a torcida enlouquecida, não teve jeito para o rival. O Grêmio é, com toda a justiça, o campeão gaúcho de 2010 .

Sofrido, com oito jogadores, mas com Ganso em tarde mágica, Peixe é campeão

Foi sofrido. Muito sofrido. O 18º título paulista do Santos saiu a fórceps neste domingo, no Pacaembu. O time que deu show durante todo o Estadual teve de suar muito, mas confirmou o favoritismo e levantou o troféu após perder por 3 a 2 para o Santo André, terminando a partida com oito jogadores em campo. Épico.

A marca de cem gols no ano foi atingida pelo time de Robinho, Neymar e, principalmente, Paulo Henrique Ganso - que foi um gigante na decisão e compensou, sozinho, a perda de Léo, Marquinhos e Brum, expulsos. Neymar marcou duas vezes para os santistas. Nunes, Alê e Branquinho fizeram para o Ramalhão, que, bravamente, caiu de pé.
O primeiro tempo foi eletrizante, nervoso, aberto e com muitos gols. O Santos entrou em campo para festejar, mas esqueceu-se de que título só se comemora após o apito final. O Santo André, ligado, dividindo todos os lances e consciente de que disputava uma final, surpreendeu logo aos 30 segundos de jogo. Branquinho lançou Cicinho, na direita, às costas de Léo. O lateral do Ramalhão invadiu a área, driblou o goleiro Felipe e chutou cruzado. Antes de a bola entrar, Nunes empurrou para o gol.

O Peixe não se encolheu e foi para cima. Aos sete minutos, Marquinhos achou Robinho dentro da área. De letra, o Rei das Pedaladas deixou Neymar livre na marca do pênalti. O garoto se livrou de três marcadores e estufou a rede com um forte chute de direita.
O problema do Santos é que, se o ataque é insinuante, rápido e imprevisível, a defesa foi lenta e desatenta. O Ramalhão seguiu em cima, dividindo todas as bolas com muita força e vontade. Na frente, Bruno César, Branquinho e Rodriguinho, com movimentação constante, bagunçavam a defesa alvinegra. Aos 15, Branquinho livrou-se da marcação pelo meio e mandou a bomba. A bola explodiu na trave. Em seguida, aos 17, Carlinhos desceu pela esquerda e cruzou para Rodriguinho marcar de cabeça. No entanto, a auxiliar Maria Eliza Barbosa errou e marcou impedimento de Carlinhos, cuja posição era normal.
O Ramalhão seguia em cima e, as 19, fez o segundo. Após cobrança de escanteio pela direita, Alê apareceu na área. A zaga santista ficou olhando, e o volante completou de cabeça para o gol.
O jogo, além de corrido, era nervoso. Neymar buscava o drible, e os marcadores faziam falta. Aos 22 minutos, Alê fez falta dura no garoto santista, provocando uma grande confusão. Ganso tomou as dores do amigo e partiu para cima do volante. A confusão tornou-se generalizada. Léo e Nunes começaram uma ríspida discussão paralela perto da linha lateral e acabaram expulsos. Os andreenses reclamaram muito do comportamento de Neymar em campo.
- Ele é um cai-cai do c... - xingou o goleiro Júlio César.
Com os dois times jogando com dez jogadores, o Santos passou a controlar melhor a posse de bola. A defesa alvinegra já não tinha tanto trabalho para marcar apenas Rodriguinho à frente, e o Peixe, de pé em pé, chegou a seu segundo gol. Aliás, um golaço. Robinho ganhou a dividida na intermediária e passou para Ganso, que de calcanhar, encontrou Neymar entrando pela esquerda. O garoto, de canhota, teve tranquilidade para colocar a bola no canto direito, longe do alcance de Júlio César.
Quando o jogo estava sob controle do Peixe, Marquinhos fez uma tremenda besteira: acertou um carrinho por trás, desnecessário, em Branquinho e acabou expulso, deixando o time com nove jogadores. Aí, o jogo ficou a caráter para o rápido time do ABC paulista. Com o adversário escancarado, Bruno César acertou belo passe para Branquinho, que entrava pelas costas da defesa santista. O meia girou e bateu colocado, de direita, sem chances para Felipe, desempatando novamente o jogo. Faltava ainda um gol para o Ramalhão, já que a derrota por um tento de diferença ainda dava o título ao primeiro colocado da fase de classificação.
O Santos voltou mais bem posicionado para o segundo tempo. Dorival Júnior abriu Robinho pela direita e Neymar pela esquerda. Ganso jogava pelo meio. Arouca e Mancha marcavam pelo meio. Mesmo com um a menos, o Peixe conseguia ameaçar. Logo aos três minutos, num lindo passe diagonal, Ganso enxergou Robinho. O gol só não saiu porque o atacante chegou atrasado.
O Ramalhão, porém, continuava bem vivo no jogo. Sempre que Bruno César ou Branquinho pegavam na bola, o time do ABC criava jogadas perigosas. Aos cinco, Rodriguinho recebeu de Bruno, driblou Felipe e chutou para o gol. Arouca, que entrava por ali, salvou o Alvinegro Praiano.
Aos 17, Dorival tirou Robinho para colocar o atacante André. A missão do centroavante era correr atrás dos zagueiros para tentar dificultar as saídas de bola do Ramalhão. Com essa mudança, o Santos deixou de ser ameaçado momentaneamente. Ganso assumiu o comando do time e passou a prender a bola no meio. Neymar tentava partir para cima, mas caía à toda hora. Aos 32, foi substituído por Roberto Brum.
O Santos tinha o jogo sob controle. Mesmo com um a menos, marcava bem e não dava chances para o Santo André. Mas aí Brum caiu na mesma besteira de Marquinhos. Fez falta por trás em Pio e recebeu o vermelho. O Peixe tinha apenas oito jogadores em campo, e a partida se tornou dramática. Dorival Júnior, prontamente, mandou o zagueiro Bruno Aguiar para o campo. Ganso iria sair, mas foi firme. Virou-se para o banco e gritou:
- Eu não. Vou ficar aqui!
André, então, foi sacado.
Melhor para o Peixe. O meia prendeu a bola na frente, chamou falta, cavou escanteio.
A essa altura, o Ramalhão já tinha Rodriguinho, Rodrigão e Pio, todos praticamente dentro da área. O Peixe se segurava como podia. Aos 45, o momento de maior tensão para os torcedores santistas: Rodriguinho completou um cruzamento da esquerda, e a bola tocou na trave direita, com Felipe torcendo para ela não entrar.
Tensos, os torcedores santistas, de pé, exigiam o fim do jogo no Pacaembu. Com o apito final, explosão de alegria começou aos 49 minutos.
Agora, a terceira geração dos Meninos da Vila confirma a sina santista: ser formador de meninos campeões.

Neymar treina pela primeira vez após lesão. Com óculos do Exército de Israel


Liberado para defender o Santos na finalíssima do Campeonato Paulista, o atacante Neymar treinou pela primeira vez desde que sofreu uma lesão no olho direito, no domingo, no primeiro jogo da decisão contra o Santo André.

Nesta quinta-feira, o artilheiro do Santos na temporada fez um treino com bola e trabalhou a parte física usando os óculos que vai precisar utilizar contra o Santo André, no próximo domingo, às 16h (de Brasília), no Pacaembu. O jogador garantiu que não sentiu qualquer incômodo na vista.
- Me senti bem. Os óculos não me incomodaram. Como choveu, ficou um pouco embaçado. Mas nada demais.
Depois de deixar o primeiro jogo da decisão no intervalo e passar uma noite internado, o atacante foi liberado para os médicos para atuar. Mas com uma proteção nos olhos. No domingo passado, a revelação santista teve um sangramento na íris direita, ao atingir a própria vista ao cair no gramado do Pacaembu.
Apesar de dizer que os óculos não causaram desconforto, Neymar admitiu que preferia jogar sem o equipamento, que custa R$ 1.200 e foi cedido por um fabricante italiano. Segundo Gustavo Kutscher, importador do produto, o modelo que Neymar vai usar na partida é inquebrável e utilizado também por soldados do Exército de Israel.

Na volta a Porto Alegre, Inter valoriza o Gre-Nal, mas não esquece a Libertadores

Um desembarque tranquilo, mas com ar melancólico. A derrota para o Banfield, da Argentina, nesta quarta-feira, ainda não foi digerida pelo grupo do Inter. O placar de 3 a 1 construído pelo adversário, em casa, com arbitragem polêmica, complica o trabalho do Colorado, que terá de vencer por 2 a 0, no Beira-Rio, para ficar com a vaga nas quartas de final da Libertadores.

O discurso na chegada à capital gaúcha, na noite desta quinta, foi de confiança não só para o confronto da semana que vem, pela competição continental, como também para o Gre-Nal deste domingo, no Olímpico, pela decisão do Gauchão. Difícil é saber o quanto cada partida pesa, mas a ideia dos jogadores no momento é pensar por etapas.
- Uma de cada vez. Sabemos que temos o jogo de domingo. Apesar da vantagem que tem o Grêmio, temos de jogar tranquilos. É possível mudar a situação – disse o zagueiro Bolívar.
Pela vantagem construída no Beira-Rio com a vitória por 2 a 0 e o fato de jogar no Olímpico, ninguém nega que o Grêmio está com o título em mãos. No entanto, para os colorados, considerar o rival favorito é passar um pouco da conta.
- O Grêmio tem uma vantagem importante. Num clássico, ter de fazer dois gols é um pouco complicado. Temos um grande time, temos um grande grupo para dar a volta por cima – afirmou o goleiro Pato Abbondanzieri.

Apesar de a partida contra o Banfield ser prioridade, ainda não é certo que a equipe do Gre-Nal será formada por reservas. Segundo o vice de futebol colorado, Fernando Carvalho, tudo vai depender das avaliações físicas que serão realizadas nesta sexta-feira.
- Os exames serão feitos, e a comissão técnica vai definir o que é melhor. Mas com certeza vamos para o Gre-Nal com os melhores jogadores à disposição – comentou.
O grupo colorado retoma os treinos nesta sexta-feira, às 16h.